sexta-feira, 18 de março de 2016
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Sophia - Um Anjo em nossas vidas
No dia 8 de novembro de 2014 tive
a melhor notícia da minha vida: estávamos grávidos!!! Na primeira tentativa
recebemos o nosso tão sonhado positivo, vinha aí o maior presente das nossas
vidas e já tínhamos os nomes escolhidos Sophia ou Arthur. Fiz o exame de
farmácia às 06:30 depois de quatro dias de atraso, mas antes do teste algo já
dizia que eu estava diferente. Nós demos a notícia aos nossos pais no dia
seguinte, com um almoço muito gostoso, o nosso primeiro filho ou filha estava a
caminho. Minha madrinha, que também estava no almoço de revelação, falou que eu
estava grávida mesmo porque não podia dar falso positivo, então nós estávamos
em êxtase. No dia 15 de novembro fiz o Beta HCG e a notícia foi confirmada, a
partir do positivo no tornamos PAIS e o nosso fim de ano foi maravilhoso.
Quando completei 12 semanas fui a clinica para fazer a
translucência nucal, a partir daí tudo começou a desmoronar. A translucência registrou 4,0 e um “defeito
muito grave”, como disse a doutora. Ela me apavorou muito, disse que havia algo
errado na barriga do bebê, que não se fechou direito, e era uma doença
genética, chamada onfalocele, depois de todas as notícias ruins ela falou que
era uma menina. Fiquei muito feliz, mas completamente preocupada com o
desenvolvimento da minha filha. Nesse dia meu marido não pode ir comigo e foi a
minha mãe que me acompanhou. Eu e minha mãe ficamos desoladas, levamos um grande
choque e ficamos lá fora chorando por muito tempo e pedindo a Deus por um
milagre. Eu não consegui voltar ao trabalho nesse dia.
A partir daí eu vivia em pânico, chorando sem parar por
horas, meu marido sempre calmo falava para eu não sofre por antecipação. Ele
sempre me abraçava e me tranqüilizava, mas a angústia e o medo tomavam conta de
mim. Eu sempre conversava com a minha princesinha Sophia, dizia a ela sempre e
sempre que eu a amava e que eu estaria sempre do lado dela, até quando ela
precisasse de mim. Tivemos uma consulta com o especialista em medicina fetal
dias depois e ele falou que meu corpo iria expelir a criança. Que horror ouvir
aquilo de um médico! Ele não se importava nenhum pouco com os meus sentimentos.
Confirmei com 19 semanas que realmente seria a Sophia a
minha tão desejada, amada e aguardada filha que estava a caminho. Meu marido e
eu planejamos a gestação da Sophi, fizemos exames, tomei ácido fólico com
antecedência e tudo que foi necessário para tê-la com saúde, mas nem sempre os
nossos planos são os mesmos de Deus, não é mesmo? Mas eu nunca perdi a minha
fé, muito pelo contrário a cada notícia ruim a minha fé e do meu marido
aumentava. Diziam que eu não passaria dos três meses de gravidez e a minha
filha ia crescendo e crescendo.
O mesmo médico fez outros exames e um dia falou que no meu
caso a justiça poderia me ajudar a interromper, para que não houvesse o
sofrimento da criança. Eu falei para ele, nesse dia estava apenas eu, a Sophia
e Deus, não doutor eu nunca farei isso. Ela é minha filha, dentro de mim bate
um coração. Vou amá-la de qualquer forma. Nós não desistimos da nossa filha, a
luta foi grande, os amigos mais próximos sabiam e rezavam por nós. Muitos
órgãos não eram vistos nos exames, e eu sempre acreditei que ela estava se
desenvolvendo no tempo dela. Tinham pessoas de várias religiões rezando e
orando por nós.
Eu não contei mas eu cai na garagem de casa, tive cinco dias
de sangramento, parecido com borra de café, sendo que fiquei 10 dias de repouso
em casa inserindo progesterona, para segurar a minha tão amada filha. Nenhum
dos médicos acreditava que ela nasceria, falavam a todo o momento que a chance
de sobrevivência seria mínima. Os médicos somente tinham suposições do que ela
realmente teria, falaram que poderia ser a síndrome de down ou Arnold chiari.
Eu queria muito que ela voltasse bem para casa, depois de muito pesquisar descobri
que a segunda síndrome era fatal, então eu torci para que fosse down. Nós nunca
tivemos preconceito. A minha GO foi um anjo nas nossas vidas, ela virou minha
amiga, que sempre dizia vamos aguardar a Sophia nascer.
E a minha pequena nasceu no dia 18/06/2015 às 08:40 pesando
1.140kg e 36cm. Foi amor à primeira vista... Não deixaram meu marido assistir o
parto, pois ela poderia não resistir. Mas eu mantive minhas orações e fé
inabaláveis como sempre e ela veio ao mundo! Infelizmente ela nasceu com muitas
malformações: atresia do esôfago, mielomeningocele e a onfalocele. Os médicos
disseram que ela tinha o fenótipo da síndrome de Edwards e o cariótipo dela foi
recolhido pelo cordão umbilical. Eu tive a opção de fazer a amniocentese, mas nós
decidimos não fazer nada invasivo que pudesse prejudicá-la.
Com 24 horas de vida ela passou pela primeira cirurgia da
mielo, que chamam de espinha bífida. Essa cirurgia tinha um risco muito grande,
mas se ela não fizesse perderia muito líquido da espinha e isso poderia interferir
nos movimentos do corpinho dela.
Ela venceu a segunda batalha, pois a primeira foi nascer...
Nossos corações de pais ficaram a 1000 na enfermaria... A vontade que eu tinha
era de ir lá no centro cirúrgico e ficar perto dela, mas antes da cirurgia nós
conversamos muito com a Sophia, que se ela ouvisse o chamado do Papai do Céu
era para ela ir tranqüila, que nós ficaríamos bem.
A cirurgia correu muito bem, sem nenhuma complicação.
Deixamos ela na UTI e fomos para casa com um vazio enorme no peito. Por sorte
um dia na visita a enfermeira deixou que eu a pegasse. Meu marido e eu ficamos
super felizes porque estávamos morrendo de vontade, mas como ela estava com
muitos aparelhos pensávamos que não seria possível. No dia 10 de julho ela fez
a cirurgia do esôfago, pois até o momento não estava se alimentando. A nutrição
parenteral foi interrompida com poucos dias de vida. Os médicos sempre muito
diretos e objetivos diziam só coisas ruins, mas Deus esteve presente e mais uma
vez ela superou o terceiro obstáculo da vida dela. Foi inserido uma sonda pelas
costas da Sophi e no mesmo dia já começou com 1ml de leite materno, assim
sucessivamente até chegar em 5ml. Infelizmente não fui eu que a alimentei pois
meu leite estava empedrando e eu acabei tomando remédio para secar. Cheguei a
doar leite por alguns dias, mas a cada ordenha era um tormento, uma cachoeira
de lágrimas.
Infelizmente no dia 15 de julho quando fui sozinha
visitá-la, porque meu marido não foi liberado para ir comigo, eu senti que algo
já estava estranho. A sonda estava vazando e ela estava muito sedada. Antes de
acabar o horário de visitas eu conversei muito com a minha filha e orei com
ela. A noite meu marido e eu fomos vê-la e os aparelhos que a monitoravam já
demonstravam o que não queríamos ver... Nossa menina estava nos esperando para
se despedir... Ali naquela UTI neo natal nos despedimos da nossa tão amada
princesa e a devolvemos a Deus, ela lutava até o último momento, mas dissemos
para que ela descansasse no Senhor e fosse em Paz, porque ela tinha cumprido a
missão dela. Fomos para casa desolados e em poucos minutos nos ligaram para
dizer que ela tinha virado a nossa estrelinha.
Perder um filho é a pior coisa do mundo, é um sentimento
indescritível: vem a revolta, o medo e a tristeza... Embora tantas coisas que
aconteceram em nossas vidas, aprendemos que não podemos guardar mágoa, culpar
Deus? Nunca! Ele poupou a nossa filha da dor e do sofrimento. Meu marido e eu
fomos escolhidos por Deus e pela nossa filha, não sabemos o porquê mas agora a
Sophi nos acompanha em nossos corações e lembranças. Estamos em paz também, aprendendo
a viver o luto, a vencer a tristeza e conviver com a saudade. Tiramos uma lição
disso tudo, aprendemos a AMAR INCONDICIONALMENTE. Enfrentamos muitos
comentários maldosos e preconceituosos da nossa família, mas com muita
serenidade nós vencemos! Para nós a Sophia Vitória veio para transformar as
nossas vidas e de todos que nos conheceram e sabem da história da nossa pequena
guerreira! E graças a Deus que encontramos a Síndrome do Amor e agora nossas
esperanças foram renovadas para que futuramente possamos pensar em uma nova
gravidez. A Sophia lá de cima nos guia e intercede por nós...
Fica uma
frase para os pais especiais, assim como nós:
Enquanto
houver vida, há esperança!
Um beijo da
mamãe amorosa Pri e do papai amoroso Fer.
História da Maya Giulia Lorenzini (Síndrome de Edwards)
Meu nome é Mary Christine Pereira Lorenzini, tive minha
primeira filha Marianna Gabriela, com 29 anos, depois de ter desistido de
engravidar. Os médicos diziam que estava tudo bem comigo, mas a gravidez não
acontecia, e quando menos esperava, lá estava meu primeiro bebê, forte e
saudável. Passando dois anos, parei com os remédios, pois queria dar um
irmãozinho pra Marianna, mais uma vez a demora... e quando eu estava
desempregada, a surpresa, meu segundo bebezinho, meu esposo (Geovani Lorenzini) e eu ficamos muito felizes, porém
essa felicidade se transformou em preocupação quando no terceiro mês, no exame
morfológico com translucência nucal, o médico disse que meu bebê não seria
normal e sim teria uma síndrome, mas ele não sabia qual. Meu mundo desabou: por
que comigo? O que eu fiz de errado? Será que Deus estava zangado? Não
encontrava respostas. Acreditei a gravidez inteira que esse quadro iria mudar.
Tive aumento de líquido, abertura da bacia, mas não tive sangramento, o médico
disse que o cérebro era muito pequeno, tinha má formação no coração e que era
pra eu me preparar que era quase certeza um aborto espontâneo. Disse também que
era uma opção minha eu poderia abortar. Pensei seriamente nessa hipótese, pois
não queria uma criança vegetativa que só sofreria e me faria sofrer, não tenho
estrutura pra isso. Mas como eu teria que me recorrer a clandestinidade e até
correr riscos, não tive coragem. Durante a gravidez, minha bebê estava sempre
menor que o normal. No oitavo mês tive que ir para uma cidade maior e retirá-la
as pressas pois a taxa de oxigênio estava caindo muito e ela não sobreviveria,
fui pra Cornélio Procópio PR, pois lá tinha UTI neo natal, além de
cardiologistas e ótimos especialistas.
Maya Giulia nasceu com 1 kg 590 g e 40 cm, pequena pra um
bebê de 37 semanas. Não respirava direito, algumas partes como orelhas, unhas
ainda estavam em formação. Foram dois meses na incubadora, toda entubada, com
sondas.
Foi pra casa ainda com
sonda gástrica, sendo prevista a retirada pra 6 meses. Começaram sessões de
fisioterapia e fono, forçamos um pouco, deixando-a com fome e sem sonda por um tempo
antes da manutenção.
A sonda gástrica foi retirada com 15 dias. Só então foi
feito o exame cariótipo, resultando em trissomia completa no cromossomo 18
(síndrome de Edwards) eu nunca tinha ouvido falar. A médica disse que era
incompatível com a vida, que pelo grau dela, não era nem pra estar viva e que a
estimativa de vida era até os dois anos. Ficamos desesperados, pensamos em ter
outro filho já que perderíamos a Maya, com o tempo fomos nos acalmando. A neuropediatra
disse que o coração estando bem e não ficando muito tempo internada, ela viverá
como qualquer pessoa. Até um ano a internação foi inevitável, foram cinco no
total, cada vez um susto! Eu sempre pensava, será que é desta vez que perderei
minha filha? Graças à Deus e aos profissionais e seus tratamentos hoje a Maya
está bem. Quase não ficamos em casa pois temos: fono 2 vezes por semana,
fisioterapia 3 vezes por semana, terapia ocupacional uma vez por semana,
pediatra uma vez por mês, neuropediatra e cardiopediatra uma vez por semestre. Além
disso, a Marianna, o Geovani e eu, temos atendimento psicológico uma vez por
semana. A cardiopatia da Maya agora e
bem leve, quase invisível, as doenças respiratórias que sempre levavam à
internação melhorou muito com medicamento, sua audição ainda é debilitada
necessitando o uso de aparelho auditivo,
sua musculatura é flácida, ainda não senta sem apoio, não engatinha, apesar de
estar com 1 ano e quatro meses ainda não tem dentes, pesa 6,700 kg. Seu
desenvolvimento é bem lento, mas quando olho pra trás e vejo todas as lutas que
passamos juntas sei que somos vitoriosas.
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| Novembro de 2015 |
| Julho 2014 |
João Paulo – Nosso Terceiro Presente
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| João Paulo – Nosso Terceiro Presente |
Contudo, um exame no inicio de
janeiro/2015, mostrou problemas antes não detectados, minhas preocupações
estavam apenas começando, nosso bebê apresentou síndrome dos pés tortos,
dilatação do ventrículo esquerdo e havia dificuldade de verificar o
funcionamento do rim esquerdo. Após isso a médica (minha
ginecologista/obstetra) pediu mais exames com o intuito de dar tempo para o
bebê amadurecer mais e estudar seu caso o máximo possível antes do parto (que
estava marcado para 01/03/2015), mas no ultimo exame foi mostrado que meu bebê
não podia mais esperar, ele nasceu em 11/02/2015, João tinha 41cm e 1,870kg.
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| João Paulo com Mamãe |
Imediatamente ele foi entubado e
colocado em uma incubadora, tinha dificuldade para respirar, só o vi através de
fotos e vídeos do parto, meu marido estava presente, graças a Deus! Daí foram
dias angustiantes em que tive que me contentar com idas rápidas a UTI para
vê-lo desacordado e tão frágil cercado de tubos e fios. Quando tive alta foi
meu pior dia, sair de lá e não leva-lo comigo me fez muito mal, chorei e
vomitei de tanto nervosismo, só me senti mais forte quando cheguei em casa e dormi
abraçada ás minhas duas filhas e chorei sem me importar com mais nada. Não sei
o que faria sem marido também, ele tem sido mais que minha rocha de segurança,
ele é TODA a minha segurança, somente seu abraço me fez mais tranquila nos
momentos de maior tensão e preocupação.
Bem, desde então tivemos uma rotina
de pais de UTI, vamos todos os dias ás 17h para ve-lo, e falar com os médicos
que o acompanham. Temos livre acesso a João Paulo, mas escolhemos este horário
para estar com ele com tranquilidade, pois ainda temos 02 ameninas e meu marido
está trabalhando durante o dia. Houve muitos dias bons, semanas até, em que ele
esta estável, respirando sem suporte de aparelhos, sem medicações e com uma
curiosidade nos olhos que me enchia de esperanças e alegria. Mas também houve
dias que só Deus e o amor de minha família para me dar uma luz e me fazer olhar
pra frente com esperança, como por exemplo os dias que devido a infecções ele
teve sangramentos internos e teve que
tomar bolsas de sangue e plasma, além da dieta suspensa.
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| João Paulo com Papai |
Nosso João Paulo permanecia estável,
ainda respirando com suporte de aparelhos, dieta de poucos ml’s de leite,
muitos remédios... demorei meses para pega-lo no colo, me contentando em tocar
sua mão e sua cabecinha através das janelas da incubadora enquanto via dentro
de seus olhos uma grande força de vida. No dia da Páscoa, meu marido perguntou
ao médico se só naquele dia eu não poderia pega-lo e ele deixou, fazia tempo
que não chorava de tanta alegria, sorrindo com cada mexidinha que ele dava, com
vontade de enche-lo de beijinhos (me contive), parecia o melhor dia de todos.
Algum tempo depois recebemos o
resultado do exame que apontou ele possui a Síndrome de Edwards, estudamos e
aprendemos tudo oque pudemos sobre isso tudo, mantendo a esperanças, mas
confesso que essa descoberta foi um “grande balde de água fria” em nossa
vontade dele voltar logo para casa, ele precisará de muito mais tempo.
João Paulo cativava a todos, era
lindo ver que cada pessoa que o conhecia (familiares, amigos, profissionais do
hospital) olhavam em seus olhinhos e viam força, beleza, fé e alegria e depois
saiam de lá me dando parabéns, eu tinha um filho lindo e corajoso. Sempre
concordei com isso. No dia 08/08/2015, foi outro dia de imensa alegria, nossas
meninas puderam ter um rápido momento para conhecer o irmão, ele estava bem e
numa sala isolada da UTI, foi aberta essa oportunidade depois de muita
conversa, pois ele ainda estava precisando de muitos cuidados. Elas se
apaixonaram por ele, foi como um dia de festa.
E a nossa rotina continuou, dias bons
com ele no meu colo agarrado no avental que eu usava, houve dias que eu chegava
e ele estava chorando, pois queria meu colo para poder dormir, cheguei a
alimenta-lo com ajuda de seringa (ele não pode mamar, por causa da
traqueostomia que o ajudava a respirar), dei banho nele apenas uma vez (havia
vários fatores que exigiam mãos treinadas e habilidosas para fazer isso) mas
sempre que podia trocava sua roupinha e o arrumava (ele ficava lindo e feliz
quando a equipe do hospital vinha ver a roupa que ele usava e o enchia de
elogios). Eu via felicidade no meio daquele mundo de fios, agulhas, medicações,
luvas e mascaras.
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| João Paulo, um presente de amor |
Mas nas ultimas semanas ele estava
fraco e precisando de muita atenção, chegaram e destacar técnicos de enfermagem
para cuidar dele exclusivamente. Foram tantas transfusões, furadas de agulha em
busca de acesso, troca e avaliações de tratamentos... meu filho e a equipe
médica estavam lutando para que ele melhorasse. No dia 20/10/2015 recebi uma
ligação na hora que eu e meu marido estávamos nos arrumando para voltar pra lá,
disseram que devíamos correr, ele precisava de nós perto e que ele não estava
nada bem... e então, ás 21:13h daquele mesmo dia meu filho foi para o céu.
Quando tudo acabou eu vi que somente ele só precisava de mim naquele momento
para não ter medo e poder se despedir, e foi o que eu fiz, rezei e pedir para o
que o melhor fosse feito por Deus e Ele fez, deu ao meu menino o conforto que
ele merecia e o descanso que ele precisava, é nisso que eu acredito.
Obrigada meu Deus por me dá a
oportunidade de conhecer tão especial pessoa que meu filho foi, obrigada a
todos que foram visita-lo e tiveram a chance de serem cativados pessoalmente,
aos que não foram tenho que certeza que ele conquistou por fotos e histórias
que contamos, e muito obrigada a toda a equipe médica e hospitalar que deu ao
meu filho o melhor tratamento e tanto carinho, vi o como vocês falavam com ele,
faziam cafuné e davam tanta atenção a ele, muito obrigada!
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A SÍNDROME DE EDWARDS
Estamos trabalhando apaixonadamente pela Conscientização sobre a Síndrome de Edwards que acontece muito no Brasil e ainda é considerada pelos médicos como incompatível com a vida. Ajude compartilhando a foto de pessoas adultas com a síndrome!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Aniversariantes de Janeiro
Os GARSA - Grupos de Apoio Regional da Síndrome do Amor no aplicativo Whatsapp nos proporcionam acompanhar de perto centenas de famílias em todo o Brasil.
Este foi um fim de semana de muitas emoções e vitórias. Enquanto a Medicina ainda tem a Síndrome de Edwards com incompatível com a vida, comemoramos o 6º aniversário de da Maria Letícia em Artur Nogueira-MG, o 4º aniversário do Raphael em São Paulo-SP, 3º aniversário da Maria Clara de Santa Maria-RS e o 1º no da Rillari em Vila Velha-ES.
Além da alegria em saber que todos vivem felizes com suas famílias, ainda pudemos realizar o sonho de assistir nosso pais se encontrando pessoalmente e apoiando uns aos outros! Isto é Síndrome do Amor!
Este foi um fim de semana de muitas emoções e vitórias. Enquanto a Medicina ainda tem a Síndrome de Edwards com incompatível com a vida, comemoramos o 6º aniversário de da Maria Letícia em Artur Nogueira-MG, o 4º aniversário do Raphael em São Paulo-SP, 3º aniversário da Maria Clara de Santa Maria-RS e o 1º no da Rillari em Vila Velha-ES.
Além da alegria em saber que todos vivem felizes com suas famílias, ainda pudemos realizar o sonho de assistir nosso pais se encontrando pessoalmente e apoiando uns aos outros! Isto é Síndrome do Amor!
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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